quinta-feira, 21 de março de 2013

Emocionante, “A Busca” consagra atuação de Wagner Moura






Iara Schiavi

O drama nacional “A Busca” estreou na última sexta-feira e alcançou um público de mais de 100 mil pessoas no primeiro final de semana em cartaz. O filme marca a estreia do diretor Luciano Moura em um longa-metragem.
O tema desenvolvido no filme é complexo: o diretor busca trabalhar a distância de gerações nas famílias. Pais e filhos que não se compreendem e por esta razão criam entre si um abismo, aprofundado pelas divergências das gerações. O filme emociona e segue este viés todo o tempo.
Quando o pai, Theo (Wagner Moura), sai em busca do filho, Pedro (Brás Antunes), de 15 anos, que fugiu, ele tenta se colocar no lugar do filho que não reconhece mais. Quando tenta entender a relação com o filho, Theo encontra o próprio pai (Lima Duarte), com quem perdeu o contato e começa a entender o outro lado da situação.
Os roteiristas, Elena Soarez e Luciano Moura, desenvolvem circunstâncias propositais, onde o objetivo é sempre demostrar a situação da família, tanto física quanto emocional. Ao transparecer as emoções de forma intensa e detalhada, o espectador se coloca nas situações vividas pelos personagens e questiona suas próprias relações.
Neste drama, Wagner Moura se consagra como um dos grandes nomes do cinema nacional, com uma atuação que muitas vezes prende a atenção do espectador e pode ser considerada a essência do filme. “A Busca” pode ser visto por alguns como um novo patamar para o cinema nacional e um exemplo a ser seguido.




Ao fugir de casa, Pedro desperta todos os questionamentos da família

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fonte:http://www.jornalabcreporter.com.br/

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